Como o câncer de mama em estágio 4 mudou minha definição de corrida de maratona

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Katie Rabinowitz não permite que um diagnóstico de câncer de mama em estágio 4 dite toda a sua existência. É uma parte da vida dela. Não a história toda.

Ela é uma irmã. Uma filha. Dono de cachorro. Um corredor. Uma pessoa com uma doença grave.

As pessoas veem o câncer primeiro. É assim que acontece frequentemente. Mas Rabinowitz recusa-se a deixar esse rótulo consumir a sua narrativa.

“Acho que muitas pessoas têm câncer… e isso é o que as pessoas veem”, explica ela. “Não dita tudo.”

Redefinindo a força após um diagnóstico de estágio 4

Antes do câncer, Rabinowitz pensava que força significava poder. Superando a dor. Ignorando limites.

O diagnóstico mudou isso.

Sua jornada começou com câncer de mama em estágio 0 em 21. Depois, estágio 4 em 2023.

Esses eventos mudaram a forma como ela vê seu próprio corpo.

“Força para mim agora significa defender a mim mesmo”, diz Rabinowitz. É saber quando dizer não. Trata-se de aparecer para amigos e familiares quando você estiver exausto. É reconhecer seus limites físicos.

A verdadeira força não é apenas força bruta.

É ouvir o que seu corpo precisa.

O objetivo: apenas aparecer na Maratona da Filadélfia

Em novembro deste ano, Rabinowitz se inscreveu na Maratona da Filadélfia.

A maioria das pessoas se inscreve para terminar. Para perseguir um tempo. Cruzar essa linha com os braços levantados.

Rabinowitz tinha uma métrica diferente.

Seu principal objetivo? Chegando à linha de partida.

“Aparecer… isso já é força por si só”, diz ela.

Se ela desistir no meio do caminho? Admitir isso também é forte.

Não se trata de relógio. É uma questão de escolha para começar.

Viver plenamente com um problema de saúde subjacente

O vídeo com Rabinowitz destaca essa mudança de perspectiva.

Do estágio 0 ao estágio 4. Da corrida para preparação física à corrida para presença.

O movimento se torna algo completamente diferente. Menos sobre desempenho. Mais sobre presença.

Ela desafia a ideia de que a doença remove a identidade.

O câncer faz parte da vida dela.

Não é tudo da vida dela.

O conteúdo aqui é criado de forma independente pela SHE Media. O financiamento foi fornecido pela Novartis Pharmaceuticals. Esta história é para o público dos EUA.

Por que só vemos a doença?

Por que não a irmã? O corredor? A pessoa que se inscreve numa maratona independentemente do resultado?

Esse é o verdadeiro ponto.