O que os médiuns realmente sabem sobre a morte

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Não é uma queda de cortina. Nem perto.

A maioria de nós imagina a morte como uma parada brusca. Uma última página. Mas para médiuns como Alexis Williams, Emilee Koch e Naomi Attar, a realidade é mais estranha e muito mais contínua. Eles não estão apenas lendo folhas de chá. Eles se descrevem como antenas.

“O médium torna-se essencialmente a antena entre os mundos. O que os médiuns treinam é mover ou deslocar seus próprios pensamentos para o lado e estar completamente abertos.” -Alexis Williams

O objetivo é simples. Fique quieto. Deixe o outro lado falar.

As pessoas entendem errado. Presumimos que o relacionamento termina quando a respiração para. Os médiuns dizem que estamos enganados. A conexão permanece. A frequência apenas muda.

A morte é uma mudança de frequência, não uma porta fechada

Pense desta forma. Você não pode enviar mensagens de texto para alguém na prisão da mesma forma que fez no brunch. Mas o vínculo não desaparece. Apenas… se adapta.

Williams vê a morte continuamente, não como uma conclusão. É uma mudança. Emilee Koch diz isso sem rodeios. Os mortos estão sempre por perto. Eles ouvem você. Você não precisa de terceiros para passar um bilhete para a vovó. Você apenas fala. Ela está lá.

Naomi Attar pressiona isso com mais força. Existir não se limita à carne e ao sangue.

“Morrer não significa que você não existe mais. Há peças que continuam, mas não as físicas.” – Naomi Attar

A consciência permanece. O amor fica. Ainda não terminamos de aprender. Sempre.

Os sinais vêm. Talvez um sonho. Talvez uma música tocando no modo aleatório quando você precisar. Ou apenas uma conversa com um estranho que dá muito certo. Isto não são acidentes. São saudações. Estamos muito ocupados para não notar.

O medo encolhe seu mundo

Com medo? Claro. Quem não é? Mas o medo faz algo feio. Isso estreita sua abertura.

Quando Williams sente o corpo preso em pânico, ele bloqueia o sinal. Tanto fisicamente quanto energeticamente. Você vê menos. Você sente menos. As possibilidades diminuem porque o contêiner diminui.

Alguns acreditam no Céu. Alguns acreditam no Inferno. Outros acreditam no vazio. Nada disso importa tanto quanto o medo do desconhecido.

Attar nota uma estranha ironia aqui. Ficamos obcecados com o momento da morte. A mecânica da saída. Ignoramos os vivos. Por que focar tanto no fim quando o meio ainda está acontecendo?

“O que é fascinante para mim… é que não importa o motivo do medo, eles se concentram mais na própria morte do que na vida.” – Naomi Attar

Deixando a dor para trás

Deixar ir não é apenas uma frase poética. É literal.

Koch diz que assim que a alma se liberta, a dor cessa. Eventualmente não. Certo então. Não há mais dor nos joelhos. Chega de desgosto no peito.

Existem outras regras também. Talvez vidas passadas sangrem nesta. Talvez certos rostos continuem aparecendo ao longo dos séculos porque você prometeu encontrá-los. É uma bagunça. Não científico. Linda, aos olhos de Attar.

Não temos o livro de regras. Ninguém sabe. Até chegar a nossa hora, nós adivinhamos. Mas quando os espíritos falam, não falam de julgamentos. Eles falam sobre amor. Eles falam sobre quem segurou suas mãos.

Eles dizem que estão indo para casa.

Eles nunca estão sozinhos

Preocupar-se com os mortos é normal. Eles sofreram? Eles estavam com medo? Alguém está com eles?

Os médiuns dizem para parar com isso. Eles não estão sozinhos. Eles não estão desapontados conosco por esquecermos seu aniversário.

“Somos recebidos com mais amor do que você imagina. Eles nunca estão sozinhos, tristes ou decepcionados.” – Emilee Koch

A vida diária muda quando alguém sai. As rotinas quebram. Os pedidos de café desaparecem. Mas o relacionamento? Isso transforma.

Isso não torna o luto fácil. Nada acontece. Mas dá outra coisa. Conforto.

A estrada não está terminada. A empresa não saiu. Simplesmente não podemos mais vê-los.

O que deixa você com a verdadeira questão. Você está ouvindo?